quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A coragem e a atitude de Wellington contra a tirania palaciana

O candidato a prefeito de São Luís Wellington (PP) protocolou, no final da tarde desta quinta-feira (29), quatro requerimentos na Assembleia Legislativa:
1. Ao procurador Eleitoral para investigar a denuncia;
2. A Polícia federal para instaurar inquérito;
3. Convocando o Secretário Márcio Jerry para prestar esclarecimentos no dia 4 de outubro, na Assembleia legislativa;
4. Convocando o Secretário Jeferson Portela para prestar esclarecimentos no dia 4 de outubro, na Assembleia legislativa;
Seguem cópias dos requerimentos:
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Wellington repudia injúria e processará o secretário de Comunicação e Articulação Politica Marcio Jerre

Encontrava-me hoje na praça D. Pedro II gravando um programa de televisão e, também, concedendo uma entrevista à TV Mirante, quando, um pouco adiante, um grupo de esposas e parentes de presidiários se aglomerava em frente ao Palácio dos Leões, solicitando um encontro com membros do governo.
Ao verem os equipamentos de televisão que faziam a minha gravação e, a partir daí, me reconhecerem, algumas delas se aproximaram para pedir alguns selfies, algo que, como candidato a prefeito, sempre me ocorre quando saio às ruas de São Luís.
Tratei todas elas com o respeito e a sobriedade com que sempre trato as pessoas. Nada além disso.
Para minha surpresa e indignação, tomei conhecimento de que o secretário de Comunicação e Articulação Política do Estado, o inquieto e fanfarrão Marcio Jerry, cometeu a irresponsabilidade de acusar-me de associação com o crime organizado, utilizando, para isso, as redes sociais e os blogs de sua facção, todos financiados com a verba publicitária do Governo do Estado.
Claro que essa iniciativa tem um escancarado objetivo eleitoreiro, quando faz o uso ardiloso das redes sociais, especialmente na véspera das eleições e já encerrada a propaganda eleitoral, com a visível intenção de impossibilitar-me o amplo e necessário esclarecimento à população. Uma covardia a mais.
Por tudo isso, venho comunicar aos meus conterrâneos que estou ingressando em juízo para processar o referido agressor, dentro do que faculta o artigos 243 da Lei 4.737/65 e artigos 17 e 18 da Resolução TSE 23457/2015, tudo com o objetivo de reprimir essa e tantas outras atitudes rasteiras com que o secretário Marcio Jerry busca interferir fraudulentamente no processo eleitoral.

MPE vai apurar desvio de R$ 33 milhões de contrato com o ISEC na gestão de Edivaldo

isec 33
O procurador regional eleitoral Thiago Ferreira de Oliveira encaminhou aos promotores eleitorais das zonas eleitorais de São Luís uma representação referente a prática de abuso de poder na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Trata-se do episódio que ficou conhecido como “caso ISEC”, que resultou no desvio de cerca de R$ 33 milhões dos cofres públicos municipais, por meio de um contrato firmado com uma instituição educacional.
O Instituto Superior de Educação Continuada (ISEC) foi contratado via processo administrativo de dispensa de licitação pela Secretaria Municipal de Governança Solidária de Orçamento Participativo (SEMGOP) para promover ações de “aculturamento das discussões sociais” e de “mapeamento das entidades sociais do município e sua regularidade”.
Desvio de finalidade
A iniciativa resultaria em ações de grande relevância para a população e para a própria administração pública, se não tivesse havido desvio de finalidade. Trabalhadores contratados para tocar o projeto denunciaram ao Ministério Público Estadual, após ficarem vários meses sem receber salários, que a informação repassada a eles foi de que a verba seria fracionada entre vereadores aliados ao prefeito e secretários municipais, que redistribuiriam o dinheiro para cabos eleitorais e lideranças.
Em seus depoimentos ao promotor de Justiça Lindonjonson Gonçalves de Sousa, responsáveis pelo caso, os colaboradores revelaram que cada aliado de Edivaldo Holanda Junior teria recebido em média de 30 cargos para distribuir para seus apoiadores.  Segue cópia da representação:
isec desvio

Conluio governo/prefeitura já articula nova farsa contra Wellington…

Depois de fracassar com a história do terreno supostamente invadido, aliados de Edivaldo Júnior tentam vincular a imagem do candidato do PP a facções criminosas; ação pode ser mais um tiro no pé da campanha do prefeito

Wellington conversa com esposas de presidiários que protestam contra maus tratos em frente ao Palácio
 
 
Muita gente pode não ter entendido os sucessivos tweets postados nesta quinta-feira, 29, pelo secretário de Articulação Política do governo Flávio Dino (PCdoB), jornalista Márcio Jerry.
Jerry, que controla do Palácio dos Leões a candidatura do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) tenta vincular Wellington a facções criminosas.
Chega a falar até de um vídeo em que o candidato do PP apareceria, estimulando parentes de presos a rebeliões.
Os twiites de Márcio Jerry: tentativa de criminalizar ação parlamentar legítima pelos direitos humanos
Os twiites de Márcio Jerry: tentativa de criminalizar ação parlamentar legítima pelos direitos humanos
O conluio entre a prefeitura comandada por Edivaldo Júnior e o governo Flávio Dino tentou, há três semanas, vincular Wellington do Curso a uma suposta invasão de um terreno na região do Sítio Santa Eulália. (Relembre aqui)
Usado à exaustão pela mídia controlada pelos dois palácios, o processo manipulado pelo procurador-geral do Estado, Rodrigo Maia – que também foi secretário de Holandinha – foi extinto pelo juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública, Cícero Dias, que constatou a armação para tentar implicar Wellington e prejudicar sua campanha a prefeito. (Releia aqui)
Agora, é o próprio Márcio Jerry, lugar-tenente de Flávio Dino,  quem toma a frente do conluio, na tentativa de garantir a vitória de Edivaldo em primeiro turno.
A ação sorrateira, no entanto, pode acabar virando mais um tiro no pé da campanha do prefeito.
É aguardar e conferir…

CULTURA: MIGUEL PINHEIRO, DEFENDERÁ O PROJETO DE CONSTRUÇÃO DO SAMBÓDROMO EM SÃO LUÍS

 
O candidato a vereador Miguel Pinheiro, é a favor da construção do Sambódromo, no Anel Viário, e diz que se eleito, irá lutar pelo projeto na Câmara de Vereadores.
Para ele, essa é uma reivindicação antiga dos dirigentes das agremiações carnavalescas, e como participante do carnaval e de outras manifestações culturais de São Luís, compartilha o desejo dos que são à favor da construção de uma passarela fixa, destinada aos desfiles das escolas de samba, blocos tradicionais, blocos organizados, blocos afros,  tribos de índio e das alegorias de rua.  “Quem me conhece, sabe que sou atuante dentro da cultura de São Luís, seja no São João, nos eventos religiosos, ou no carnaval. Desfilo todos os anos na minha escola do coração “Turma do Quinto”, já brinquei no bloco tradicional “Os Tremendões”, e no Jegue Folia, gosto muito da animação e da tradição do desfile de passarela”, afirma Miguel.
O candidato diz ainda, que a construção de uma  passarela fixa em São Luís, irá possibilitar mais conforto ao público, mais qualidade aos desfiles, agregar valores ao turismo,  e principalmente diminuir os custos  anuais da Prefeitura com a montagem e desmontagem da estrutura metálica.
MIiguel Pinheiro finaliza,  afirmando que o novo espaço poderá ainda servir de palco para apresentações de outras manifestações culturais e artísticas da cidade, como as brincadeiras de São João, shows religiosos, de reggae, de artistas nacionais e da terra. “Uma verdadeira apoteose cultural, e quem sabe, no futuro, através de ações do poder publico, ele possa vir a se transformar em mais uma escola da rede pública municipal, seguindo o exemplo de outras capitais brasileiras’, conclui.
Miguel Pinheiro,  é um candidato jovem e atuante. Concorre pela primeira vez a uma vaga de vereador nessas eleições, com o número 13. 123, pela coligação “O Trabalho Continua” (PT/PTC).