domingo, 26 de março de 2017

Ivaldo Rodrigues: um exemplo de secretário na gestão de Edivaldo Holanda Júnior

Enquanto alguns parlamentares se acomodam nos cargos, o vereador Ivaldo Rodrigues (PDT), deu um exemplo que ainda tem muita disposição para trabalhar. Porém, muito mais que o empenho, o secretário de Agricultura, Pesca e Abastecimento de São Luís vem mostrando muito mais do que empenho, mas sim, competência para desempenhar seu trabalho, não à toa, ele já vem sendo considerado o melhor nome do secretariado do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).
O desempenho de Ivaldo ajuda o prefeito Edivaldo, que pode confiar e contar com um quadro de extrema excelência na sua equipe de governo. E um dos problemas mais críticos de São Luís estão sob a responsabilidade do vereador licenciado, as feiras e mercados públicos.
Alvos de reclamações, os mercados de São Luís estão sendo vistoriados e monitorados de forma permanente por Ivaldo Rodrigues, se fazendo presente de forma constante em todas as estruturas públicas espalhadas pela capital. O secretário tem a preocupação desde a situação interna como a externa, desenvolvendo reuniões na SMTT para regularizar o trânsito no entorno e com a SEMOSP para promoção de melhorias urbanas nos entorno.
Porém não é só com o produto final que Ivaldo Rodrigues está exercendo seu trabalho, mas também com a base e com os produtores rurais da zona rural da capital. Pela primeira vez na história da Prefeitura de São Luís está sendo evidenciado o potencial agrícola da capital e isso é feito através de incentivos, além da presença in loco do secretário, que busca ajudar e a fomentar a produção.
Ivaldo Rodrigues vai possibilitando um novo horizonte para o setor agrícola de São Luís

Projeto do deputado Wellington previne acidentes domésticos com idosos no Maranhão

O deputado Wellington do Curso (PP) apresentou, na Assembleia Legislativa do Maranhão, o Projeto de Lei 32/2017 que pretende criar a Semana de Prevenção a Acidentes Domésticos com o Idoso, no estado do Maranhão.
 
De acordo com o parlamentar, o objetivo é conscientizar a população maranhense sobre os riscos de acidentes, bem como quedas no ambiente doméstico.
 
“A prevenção de acidentes é fundamental e pode ser feita a partir de atitudes simples. Por isso, ficaria instituído no calendário oficial de eventos do Estado, através da divulgação em toda a rede pública e privada de ensino e de saúde, anualmente, levando ao conhecimento da população a necessidade de ampliar os cuidados com medidas de proteção para a redução dos acidentes domésticos com pessoas idosas. Cuidar dos nossos idosos é respeitar e proteger quem tanto fez e faz por cada um de nós”, disse o deputado Wellington.
Caso o projeto seja aprovado, as ações  da Semana de Prevenção serão realizadas em parceria com as secretarias estaduais, com divulgação em unidades básicas de saúde, casas de repouso, hospitais e demais espaços de convivência comunitária em que são atendidas pessoas idosas. A divulgação da campanha será feita também nos meios de comunicação.

Deputado Wellington emite nota de pesar pela morte do Jornalista Conor Farias

 
"Homem íntegro e que muito inspirava quem estava ao seu lado". Foi assim que o deputado estadual Wellington do Curso (PP) definiu o jornalista Conor Farias, que faleceu na madrugada deste domingo (26). A declaração de pesar do deputado Wellington foi feita por meio de suas redes sociais, na manhã de hoje.
"É com tristeza que lamento a morte do amigo e radialista Conor Farias, uma referência no jornalismo para a Região Tocantina. Um homem íntegro e que muito inspirava quem estava ao seu lado. Peço a Deus que console os familiares e amigos e que receba de braços abertos esse servo seu. Certamente, a sua ausência nunca será suprida, mas o seu legado será sempre lembrado", disse Wellington.
 
Connor Farias foi um dos pioneiros da comunicação na Região Tocantina e sofria de diabetes e problemas renais há muito tempo. Recentemente, estava internado em um hospital de São Luís, onde passou por uma cirurgia. Na madrugada de hoje, veio a óbito.

Augusto Lobato (PT) intensifica a sua campanha em todo o estado do Maranhão

 
O atual vice-presidente estadual do PT, Augusto Lobato, candidato a presidente na chapa Mudança Lobato Presidente, tem intensificado  sua campanha pelos municípios maranhenses. Augusto Lobato (PT) participou de várias reuniões com lideranças do partido: em Penalva, ele  esteve no lançamento do livro da líder quilombola Nice Aires; em Viana, com os agentes petistas de saúde; em São José de Ribamar, no lançamento da candidatura de Nauro para presidente do diretório municipal e com apoio incondicional da chapa Mudança Lobato Presidente. Lobato estava acompanhado da ex-deputada Terezinha Fernandes e de membros da chapa. Confiante de sua vitória, ele acredita intransigentemente que vencerá mais essa peleja. Augusto Lobato tem também apoio importantes de vários prefeitos que são: Iracema Vale de Urbano Santos , Osmar Fonseca de Lago do Junco e Américo de Coelho Neto. Além dos prefeitos, Augusto Lobato conta com o apoio do deputado federal Zé Carlos, da ex-deputada Terezinha Fernandes, do secretário dos Direitos Humanos Chico Gonçalves e de várias lideranças do partido em todo Maranhão.

sábado, 25 de março de 2017

A restauração da capela e a História do Futuro


Cristiano Capovilla
Por Cristiano Capovilla e Fábio Palácio
Que relações podemos estabelecer entre a restauração de uma antiga capela e o futuro político do Maranhão? O ex-presidente e escritor José Sarney, em curto artigo veiculado no último domingo (19) em jornal de sua propriedade, estabelece a disjuntiva entre passado glorioso e futuro tenebroso, de vez que, na realidade presente, “tudo cai no Maranhão”. Na visão de Sarney, a culpa pelo suposto infortúnio seria de uma doutrina apresentada como avessa à “propriedade” e à “religião”: o comunismo, recentemente alçado ao poder central do estado com a eleição do governador Flávio Dino.
Em se tratando de igreja, futuro e Maranhão, talvez o mais conceituado cronista ainda seja o padre Antônio Vieira, que, em sua História do Futuro, deixa-nos um precioso ensinamento acerca daqueles que preferem viver do passado. Retomando a velha querela filosófica entre tradição e modernidade, o Imperador da Língua Portuguesa coloca-se ao lado dos que vivem o presente e constroem o futuro, locus da realização da profecia. Ele critica aqueles que só enxergam autoridade no passado, desconhecendo o trabalho do tempo. São os que têm a cabeça virada para as costas “sem descobrir e inventar cousa alguma”; “são mais copiadores que autores, acrescentando às opiniões número, mas não peso”. Para ele, a causa de serem preteridos os novos é a ignorância acerca do tempo presente ou, pior, a inveja dos contemporâneos: “Inveja que só louva os mortos para melhor denegrir os vivos”.
Argumentando em favor do cumprimento das profecias, diz Vieira: “Os profetas do Velho Testamento anunciaram a Cristo [...], mas o Batista mostrou-o melhor. Os outros diziam ‘há de vir’; e ele disse: ‘é este’”. Não por acaso, lembra o Imperador, “a palavra evangelho quer dizer, precisamente, boa nova”. Como nos sugere o crítico literário Alfredo Bosi, “essa pertença do profetismo à linguagem religiosa não impede que a sua aplicação à ordem secular, ao mundo, ganhe uma dimensão política”.
Fábio Palácio
Não pode haver disjuntiva, a não ser estéril, entre o que foi e o que é. Os modernos beneficiam-se do legado e das lições do tempo, inclusive com a possibilidade de corrigir os erros do passado. Inversamente, toda tradição digna desse nome compreende que só se pode realizar plenamente no devir – ainda que não mais como tradição. Afinal, conforme argumenta o líder comunista Lenin em seu A que herança renunciamos?, não se conserva uma herança “como os arquivistas conservam papéis velhos”. Ser depositário da tradição não significa limitar-se a ela.
É assim que, na relação entre passado e futuro, deve sempre prevalecer a mediação da atualidade. Deve vigorar o desejo e a consciência do presente. Pois o ontem não existe em si, mas apenas subsumido às prioridades de hoje. E esse hoje nada mais é do que a luta política em torno de projetos programáticos, isto é, de projetos de futuro. Passado, presente e futuro unidos em uma única constelação histórica. Devêssemos nós, nesse sentido, aprender com a dialética de Vieira – a mesma que os comunistas reivindicam e pretendem renovar. O jesuíta sabiamente inverte o sentido das palavras: o novo, justamente por vir depois, por último, é verdadeiramente o antigo, pois acumula os séculos passados; já o antigo, por ter vindo primeiro, antes, é precisamente o novo, pois ainda não acumulou a herança do tempo...
“Se a memória bastasse”, questiona-se Vieira, “por que Deus teria nos dado entendimento?”. De fato, muitos de nossos impasses resultam de não compreendermos que o passado jamais se encerra em si mesmo. Nossa existência é efêmera em face da infinitude do processo transformador. Mesmo a forma como as diferentes gerações percebem-se umas às outras diz-nos muito dessa incompreensão. É comum cada geração reclamar para si, e anunciar com pompa e circunstância, a “conclusão” da obra transformadora. Os esforços já realizados são solenemente evocados, e então as antigas gerações mostram-se irritadas e mesmo desorientadas quando a juventude, vocalizando seus anseios irreconhecíveis — tanto
nos propósitos quanto, mais ainda, nos sotaques —, proclamam que a transformação afinal não veio, que ainda há muito por fazer.
 A disjuntiva entre pretérito e porvir só existe quando este, abdicando do papel realizador que lhe é precípuo, transmuta-se ele próprio em retorno ao passado. Isso pode acontecer em muitas partes, e há quem diga que ocorre hoje no Brasil. Não é, de modo algum, o caso do Maranhão. A restauração da Capela de São José das Laranjeiras é prenúncio de todas as restaurações que precisam ser feitas no Maranhão, pois herdamos uma tradição que se pretende, muitas vezes, em disjuntiva com o futuro. Proclamemos, então, como Vieira: “Saudades do futuro as que ditam as nossas esperanças”.

* Cristiano Capovilla é professor de Filosofia da UFMA e diretor da Fundação Maurício Grabois – Maranhão.

* Fábio Palácio é professor do Depto. de Comunicação Social da UFMA e presidente da Fundação Maurício Grabois – Maranhão.